sexta-feira, 29 de maio de 2026

A Grande Batalha no Céu de Nuremberg

A Grande Batalha no Céu de Nuremberg

Na hora em que os primeiros raios de sol tingem de rosa os telhados de telhas vermelhas de Nuremberg, nesta terça-feira, 14 de abril de 1561, os moradores que acordam cedo para abrir suas lojas e bancas de mercado não têm motivo algum para esperar que o céu esteja prestes a lhes oferecer o espetáculo mais estranho de suas vidas. No entanto, mal o dia desponta, um estremecimento de terror corre de rua em rua, de janela em janela.

O que as crônicas da época descrevem com uma precisão assombrosa — e um terror não disfarçado — assemelha-se menos a um fenômeno natural do que a uma demonstração de poder vinda de outro lugar. Dezenas, talvez centenas de cidadãos são testemunhas oculares. Não é um sonho, nem uma visão mística: é um acontecimento coletivo, ancorado na realidade material do céu da Baviera.

O que os olhos contemplaram

As testemunhas descrevem unanimemente o aparecimento de dois gigantescos cilindros negros deslocando-se pelas alturas. Dessas estruturas colossais brotam enxames de objetos menores: esferas azul-negras, cruzes cor de sangue, discos de um branco deslumbrante. O céu de Nuremberg naquela manhã não é mais um vazio azul — é um palco agitado de entidades desconhecidas em movimento.

Em seguida começa o que os contemporâneos só conseguem descrever em termos de combate. As formas se chocam, se enfrentam, giram em um balé violento e incompreensível. O acontecimento dura quase uma hora. Termina de maneira não menos espetacular: vários dos objetos parecem lançar-se diretamente em direção ao disco solar e desaparecer nele. Outros caem nos arredores da cidade.

Documento de Arquivo — Gazeta de Nuremberg, 14 de abril de 1561
«[...] aproximadamente 3 em comprimento, às vezes quatro em quadrado, muitos permaneciam isolados, e entre essas bolas via-se uma quantidade de cruzes da cor do sangue. Em seguida viram-se dois grandes tubos, nos quais havia tubos pequenos e grandes, bem como 3 bolas, e também quatro ou mais. Todos esses elementos começaram a combater uns contra os outros.»

A pena do impressor

O fenômeno não fica sem registro escrito. Hans Glaser, impressor de ofício, publica em 14 de abril de 1561 — naquele mesmo dia — uma gravura em madeira acompanhada de um texto relatando os fatos. Esse documento, conservado nos arquivos da Zentralbibliothek de Zurique, constitui até hoje uma das primeiras descrições ilustradas de um fenômeno aéreo inexplicado na história ocidental.

Um texto, três séculos de enigma

O que devemos ler nessa gazeta de 1561? Durante gerações, o texto de Hans Glaser foi catalogado entre as curiosidades da imprensa antiga — um testemunho da credulidade medieval, dirão uns; uma alegoria religiosa, argumentarão outros. Os historiadores especializados na história das mentalidades veem nele antes de tudo o reflexo de uma época em que o céu era percebido como o domínio de Deus, dos anjos e dos presságios.

Mas a partir do século XX, um novo olhar se volta para esse documento. Os ufólogos — pesquisadores especializados em fenômenos aéreos não identificados — enxergam nele um dos testemunhos mais antigos e mais bem documentados de um encontro com objetos voadores não identificados. O próprio Carl Jung, em seu ensaio de 1958 dedicado aos «discos voadores», menciona esse caso como exemplar da maneira pela qual as crenças coletivas moldam a percepção de eventos extraordinários.

As hipóteses diante do mistério

As explicações racionais propostas pelos cientistas contemporâneos não faltam. Alguns meteorologistas invocam um fenômeno do tipoparélio— esses «falsos sóis» produzidos pela refração da luz através de cristais de gelo suspensos na atmosfera. Outros se inclinam por relâmpagos globulares, auroras boreais de baixa latitude, ou uma chuva de meteoritos excepcionalmente densa.

Essas explicações tropeçam, no entanto, na duração do fenômeno — uma hora inteira — e na coerência das descrições entre as diferentes testemunhas. A variedade de formas relatadas (cilindros, esferas, cruzes, discos), seu movimento aparente e seu combate descrito em termos quase táticos são difíceis de conciliar com um único fenômeno atmosférico. O caso de Nuremberg permanece, cinco séculos depois, arquivado sem resposta definitiva.

Nuremberg não está sozinha

O que torna o caso de Nuremberg ainda mais perturbador é que ele não está isolado. No verão de 1566, a cidade suíça de Basileia vive um fenômeno semelhante: inúmeras testemunhas veem esferas negras encher o céu e se defrontarem diante do sol nascente. Uma gravura de Samuel Apiarius imortaliza por sua vez esse episódio. Duas cidades, duas gravuras, dois testemunhos convergentes — com cinco anos de intervalo.

Fenômenos celestes inexplicados são igualmente relatados nos anais japoneses do século XVII, em crônicas eclesiásticas irlandesas da Idade Média, e em vários textos da Antiguidade. A humanidade não esperou pela era espacial para perscrutar o céu com perplexidade.

Um céu que ainda fala

Hoje, à medida que os governos dos Estados Unidos, do Reino Unido e da França desclassificam progressivamente seus dossiês sobre fenômenos aéreos não identificados — rebatizados discretamente de UAP,Unidentified Aerial Phenomena— o caso de Nuremberg recupera uma relevância inesperada. Lembra que a questão não é nova.

Naquela manhã de 14 de abril de 1561, os habitantes de Nuremberg não dispunham de radares, nem smartphones, nem satélites. Tinham apenas seus olhos, sua memória e sua pena. E o que viram — cilindros, esferas, cruzes, discos, combate e queda — continua desafiando nossa compreensão do mundo. Talvez s

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OVNI em Gooding, Idaho: Um Misterioso Orbe Luminoso Desafia as Explicações Convencionais

OVNI em Gooding, Idaho: Um Misterioso Orbe Luminoso Desafia as Explicações Convencionais

Em 20 de maio de 2026, um fenômeno aéreo incomum observado sobre o estado de Idaho chamou a atenção dos entusiastas da ufologia. Duas testemunhas relataram ter acompanhado um objeto brilhante durante vários minutos enquanto ele realizava mudanças de direção surpreendentes sem apresentar qualquer alteração perceptível de altitude.

Uma Observação Intrigante no Céu de Idaho

No dia 20 de maio de 2026, às 22h12 (horário local), dois observadores em Gooding, Idaho, Estados Unidos, testemunharam um fenômeno aéreo que não conseguiram identificar.

Segundo o relato, o objeto aparecia como um ponto de luz branco-amarelado extremamente brilhante, comparável em tamanho aparente e brilho ao planeta Vênus visível naquela noite. A observação durou aproximadamente cinco minutos, tempo suficiente para que as testemunhas analisassem cuidadosamente o fenômeno.

Um Comportamento Incompatível com uma Aeronave Convencional

A principal testemunha explicou que inicialmente acreditou estar observando a Estação Espacial Internacional (ISS). No entanto, vários detalhes rapidamente colocaram essa hipótese em dúvida.

Utilizando binóculos, a testemunha constatou que o objeto não possuía uma forma discernível, aparecendo apenas como um orbe luminoso ou círculo brilhante cercado por uma leve aura ou névoa. Nenhuma luz piscante foi observada, descartando a aparência típica de uma aeronave convencional.

Mais intrigante ainda, o objeto parecia mover-se mais rapidamente do que a ISS ou a maioria dos satélites em órbita terrestre baixa.

Mudanças de Direção Inexplicáveis

O aspecto mais impressionante do avistamento diz respeito à trajetória do objeto.

De acordo com as testemunhas:

  • O objeto deslocava-se inicialmente do oeste em direção ao sudeste.
  • Após cerca de um minuto, realizou uma ampla curva em direção ao norte.
  • Continuou seu movimento até efetuar uma aparente inversão completa de direção.
  • Em seguida, seguiu rumo ao noroeste antes de desaparecer de vista.

Durante todas essas manobras, os observadores afirmaram que o ângulo de elevação do objeto permaneceu praticamente constante.

Esse detalhe é particularmente interessante, pois satélites e aeronaves convencionais normalmente seguem trajetórias previsíveis e não executam curvas tão acentuadas em grandes altitudes.

Possíveis Explicações

Uma Confusão Astronômica?

A presença de Vênus brilhando intensamente no céu noturno pode ter influenciado a percepção das testemunhas. No entanto, o movimento rápido e contínuo descrito parece descartar um objeto celeste estacionário.

Um Satélite ou a Estação Espacial Internacional?

A testemunha parecia familiarizada com a aparência habitual da ISS e notou imediatamente diferenças significativas tanto na velocidade quanto na trajetória. Satélites não realizam mudanças bruscas de rumo visíveis a partir da superfície terrestre.

Um Drone Militar ou Experimental?

Alguns drones avançados são capazes de executar manobras complexas. Contudo, o brilho intenso do objeto, a ausência de luzes de navegação e a altitude estimada tornam essa hipótese difícil de confirmar.

Um Fenômeno Atmosférico?

As condições atmosféricas podem criar ilusões ópticas que afetam a percepção de objetos celestes. No entanto, o fato de o fenômeno ter sido observado através de binóculos durante vários minutos reduz a probabilidade de uma simples ilusão visual.

Um Caso que Alimenta o Debate Ufológico

Este avistamento encaixa-se em uma categoria frequentemente registrada em bancos de dados ufológicos: os chamados “orbes luminosos”, objetos que parecem realizar movimentos incompatíveis com as capacidades conhecidas da aeronáutica convencional.

Embora não existam fotografias ou vídeos associados ao relato, diversos elementos tornam o caso digno de atenção:

  • Duas testemunhas independentes.
  • Um período de observação relativamente longo.
  • Observação realizada com binóculos.
  • Manobras de voo incomuns.
  • Brilho constante sem luzes piscantes.

Conclusão

O fenômeno observado sobre Gooding, Idaho, em 20 de maio de 2026, permanece sem explicação definitiva. Embora hipóteses convencionais não possam ser completamente descartadas, a combinação de alta velocidade aparente, intensa luminosidade e repetidas mudanças de direção faz deste um caso interessante para pesquisadores de fenômenos aéreos não identificados.

Como ocorre com muitos relatos de OVNIs, a ausência de dados instrumentais impede qualquer conclusão definitiva. Ainda assim, este avistamento representa mais um exemplo dos misteriosos fenômenos aéreos que continuam a despertar o interesse de testemunhas e pesquisadores em todo o mundo.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

O Enigma de 1608: Quando os Céus da Provença Teriam Testemunhado uma Batalha de "Seres Celestiais"

O Enigma de 1608: Quando os Céus da Provença Teriam Testemunhado uma Batalha de "Seres Celestiais"

MARSELHA, Nice, Génova – Agosto de 1608. Enquanto a Europa acabava de sair das Guerras de Religião e a aviação ainda estava a três séculos de distância, um relato inquietante começou a circular pelo sul da França e pela Ligúria: "sinais terríveis e espantosos" apareceram no céu, seres misteriosos enfrentaram-se nos ares, e uma chuva vermelha como sangue caiu sobre a região. Quase quatro séculos depois, esta história ressurge regularmente nos círculos ufólogos como um dos "avistamentos de OVNIs" mais antigos documentados. Mas o que dizem realmente as fontes?

Um relato nascido de um "folheto sensacionalista" do século XVII

A origem deste caso remonta a um folheto popular da época, intitulado Discurso sobre os terríveis e espantosos sinais aparecidos sobre o mar de Génova, atribuído a um tal Pierre Ménier, "porteiro da porta Saint-Victor" em Marselha. Este tipo de publicação, conhecida em francês como "canard", era o equivalente aos jornais sensacionalistas de hoje: textos curtos, vendidos a baixo preço, misturando notícias, prodígios e moral religiosa para cativar um público popular.
Segundo a versão mais citada pelos entusiastas da ufologia, na noite de 25 de agosto de 1608, perto de Martigues (a poucas léguas de Marselha), supostamente apareceu no céu uma "nave metálica", realizando manobras erráticas antes de parar no ar. Dois seres teriam saído dela e travado um duelo aéreo, trocando o que as testemunhas descreveram como "relâmpagos" ou "raios de luz". Diz-se que o mesmo fenómeno foi observado em Nice a 5 de agosto, e depois em Génova a 22 de agosto, onde supostamente "carruagens puxadas por dragões flamejantes" sobrevoaram o porto, resistindo até a 800 disparos de canhão efetuados pelas autoridades.
Uma semana depois destes eventos, uma "chuva de sangue" teria caído sobre a Provença, reforçando a ideia de um castigo divino aos olhos das populações da época.

O que dizem os historiadores: fé, folclore e contexto

Para os especialistas em história moderna, este relato insere-se numa tradição literária bem identificada. Como assinalam os estudiosos do ceticismo histórico, os "canards" dos séculos XVI e XVII não se destinavam a relatar factos no sentido jornalístico contemporâneo, mas a transmitir uma lição moral, frequentemente de caráter religioso. As aparições celestes, as batalhas aéreas e os prodígios meteorológicos eram motivos recorrentes, inspirados nomeadamente no Apocalipse ou em crónicas medievais.
O fenómeno da "chuva vermelha", por sua vez, é muito real e documentado pela ciência moderna: geralmente explica-se pelo transporte de poeira desértica (proveniente do Saara, principalmente) ou de esporos de algas, que tingem as precipitações. O naturalista Nicolas-Claude Fabri de Peiresc, que investigou uma chuva vermelha na Provença em 1608, atribuiu-a, de facto, a... excrementos de borboletas.
Além disso, investigações realizadas nos arquivos genoveses pelo historiador Diego Cuoghi não revelaram qualquer registo oficial dos eventos descritos no Discurso: nem nos registos do Senado, nem nos relatórios militares ou eclesiásticos da época. Um silêncio que convida à reflexão, especialmente considerando a suposta magnitude dos factos.

Uma reinterpretação moderna: quando a ufologia relê o passado

A partir da década de 1970, certos investigadores ufólogos começaram a reler estes relatos antigos através do prisma das observações contemporâneas de OVNIs. Elementos como "naves metálicas", "seres com trajes escamosos" ou "armas de energia luminosa" são então destacados, por vezes à custa de interpretações muito livres do texto original.
Segundo compilações deste tipo de testemunhos, o incidente de Martigues de 25 de agosto de 1608 é apresentado como um caso de "encontro próximo do terceiro tipo", com "seres humanoides" e "sequelas físicas" como a chuva vermelha e um odor a enxofre. Estas descrições, embora cativantes, afastam-se consideravelmente do estilo alegórico e religioso do documento fonte.

Por que continua a fascinar esta história?

Para além da questão da sua veracidade histórica, o relato de 1608 toca em temas universais: o medo do desconhecido, a busca de sentido perante fenómenos inexplicáveis e a ténue fronteira entre o sagrado e o sobrenatural. Numa época em que a ciência moderna não existia, interpretar eventos extraordinários como sinais divinos era uma resposta racional dentro do quadro de pensamento da época.
Hoje, esta história ilustra também como os mitos se transformam com o tempo. O que era um aviso moral no século XVII torna-se, quatrocentos anos depois, um argumento para alguns defensores da hipótese extraterrestre.

Em conclusão: um mistério aberto, prudência necessária

O "caso de 1608" permanece sem resolução até hoje. Nenhuma prova material confirma a realidade de uma visita "não humana" às costas mediterrânicas naquele verão. Mas o documento de Pierre Ménier é muito real: testemunha como as sociedades de outrora davam sentido ao incompreensível.
Como recorda o historiador Yannis Deliyannis, este tipo de literatura deve ser lido com as chaves da sua época: "Os repórteres dos séculos XVI e XVII, tal como os seus leitores, estavam mais preocupados com a 'moral' da informação do que com a sua novidade ou aspeto sensacional".
Talvez a verdadeira lição desta história não seja saber se "naves" sobrevoaram a Provença em 1608, mas compreender como, através dos séculos, a humanidade continua a olhar para o céu em busca de respostas, venham elas de Deus, de outro lugar, ou de nós mesmos.
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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Em 329 a.C., o exército de Alexandre, o Grande, foi detido por estranhos OVNIs

Em 329 a.C., o exército de Alexandre, o Grande, foi detido por estranhos OVNIs

Enquanto continuava sua campanha militar rumo ao Oriente, Alexandre, o Grande, teria vivido um episódio tão perturbador quanto inexplicável. Segundo relatos antigos transmitidos ao longo dos séculos, o famoso conquistador macedônio e seu exército foram forçados a interromper a travessia de um rio após o aparecimento de estranhos objetos luminosos no céu.

O incidente teria ocorrido em 329 a.C., durante uma das campanhas de Alexandre na Ásia Central. Enquanto os soldados se preparavam para atravessar o rio em meio à guerra, testemunhas afirmaram ter visto vários objetos circulares prateados pairando acima deles.

Descritos como “escudos de prata cercados por fogo”, os fenômenos aéreos teriam provocado pânico entre as tropas. Os objetos teriam mergulhado repetidamente em direção aos soldados, causando confusão e medo nas fileiras macedônias.

Os cavalos e elefantes de guerra, extremamente sensíveis a movimentos bruscos e situações incomuns, teriam se assustado e ficado fora de controle. Incapaz de manter a ordem e temendo um desastre durante a travessia, Alexandre e seus comandantes decidiram abandonar a operação até a manhã seguinte.

No dia seguinte, o exército retomou o avanço e atravessou o rio sem novos incidentes.

Durante séculos, essa história alimentou especulações entre historiadores e entusiastas de fenômenos inexplicáveis. Alguns acreditam que os soldados possam ter testemunhado um raro fenômeno atmosférico mal interpretado na época, enquanto outros apontam o relato como um dos primeiros registros de objetos voadores misteriosos observados durante uma guerra.

Seja qual for a explicação, esse estranho encontro continua sendo uma das lendas mais fascinantes ligadas às campanhas de Alexandre, o Grande.

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domingo, 17 de maio de 2026

Estranho fenômeno luminoso é observado sobre Cugnaux

Estranho fenômeno luminoso é observado sobre Cugnaux

Um misterioso avistamento aéreo registrado em 1º de maio de 2026 chamou a atenção após duas testemunhas afirmarem ter observado um objeto luminoso não identificado cruzando lentamente o céu noturno.

Segundo o relato, o incidente ocorreu por volta das 22h05, horário local. As testemunhas descreveram “uma luz difusa seguida por uma linha de pequenos pontos brilhantes” passando diretamente acima de suas cabeças em uma trajetória reta do noroeste para o sudeste. O fenômeno teria durado cerca de 20 segundos.

O objeto foi descrito como uma longa sombra retangular acompanhada por aproximadamente seis pequenas luzes atrás de um brilho branco mais intenso, que os observadores acreditam poder ter servido como uma luz de visibilidade. Nenhum som foi ouvido durante o evento.

As testemunhas estimaram que o objeto estava a pelo menos 100 metros de distância e poderia medir até 50 metros de comprimento, embora reconheçam que distância, velocidade e tamanho sejam difíceis de avaliar com precisão em condições noturnas.

Entre as características relatadas também estão luzes no objeto, uma espécie de halo ou névoa luminosa ao redor e aparentes feixes ou rastros de luz emitidos durante o deslocamento. O movimento foi descrito como extremamente estável, sem qualquer mudança perceptível de velocidade ou direção.

Uma das possíveis explicações mencionadas no relatório aponta para uma passagem de satélites Starlink da SpaceX. Essas formações de satélites são frequentemente visíveis na Europa e costumam gerar confusão devido ao alinhamento característico de suas luzes no céu noturno. No entanto, as testemunhas afirmaram que a aparência escura e retangular, além da luz difusa principal, não correspondia totalmente ao que normalmente se espera desse tipo de satélite.

Relatos de fenômenos aéreos incomuns continuam sendo relativamente frequentes na França, onde dezenas de testemunhos são registrados todos os anos por autoridades aeronáuticas e grupos especializados. Até o momento, a natureza exata do objeto observado sobre Cugnaux permanece sem explicação definitiva.

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sábado, 16 de maio de 2026

O estranho caso de Edward Austrian: a criança que afirmava ter morrido nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial

O estranho caso de Edward Austrian: a criança que afirmava ter morrido nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial

A estranha história de Edward Austrian continua, décadas depois, alimentando o debate sobre fenômenos inexplicáveis e supostas memórias de vidas passadas. Tudo começou nos Estados Unidos, quando Patricia Austrian percebeu um comportamento extremamente incomum em seu filho Edward, então com apenas quatro anos de idade. O menino havia desenvolvido um medo irracional de dias cinzentos e chuvosos. A simples visão de um céu nublado ou de uma garoa era suficiente para provocar nele uma intensa ansiedade.

Mas essa fobia era apenas o começo de um relato muito mais perturbador. Em várias ocasiões, Edward dizia à mãe que já havia vivido antes. Ele falava com detalhes impressionantes sobre trincheiras cheias de lama, explosões, soldados e batalhas violentas que pareciam estar ligadas à Primeira Guerra Mundial. Segundo Patricia Austrian, o filho descrevia cenas que nenhuma criança da sua idade deveria conhecer com tanta precisão.

Pouco tempo depois do início desses relatos, Edward começou a sofrer fortes dores de garganta. A dor tornou-se frequente e intensa. O que mais intrigava sua mãe era a forma como o menino descrevia o sofrimento. Sempre que sentia dor, Edward insistia que “seu tiro” estava doendo. Ele afirmava que, em outra vida, havia sido um soldado morto após levar um tiro na garganta enquanto lutava nas trincheiras.

No início, os pais ficaram confusos e profundamente preocupados. Eles procuraram vários médicos, mas os primeiros exames não revelaram nenhuma causa evidente para o problema da criança. Acreditando que pudesse se tratar de infecções recorrentes, os médicos decidiram remover as amígdalas de Edward como medida preventiva. No entanto, a dor continuou. Pouco depois da operação, um cisto apareceu em sua garganta. Os especialistas não conseguiam determinar claramente a origem do problema nem encontrar um tratamento adequado.

O caso tomou então um rumo ainda mais estranho. Segundo Patricia Austrian, Edward começou gradualmente a contar mais detalhes sobre sua suposta vida anterior. Ele descrevia as trincheiras, o medo constante, o caos da guerra e, principalmente, o momento exato em que foi atingido fatalmente na garganta. Quanto mais falava sobre essas memórias, mais calmo parecia ficar.

Então aconteceu algo que os médicos jamais conseguiram explicar. O cisto na garganta de Edward desapareceu gradualmente sem qualquer tratamento específico. Nenhuma intervenção médica conseguiu justificar a recuperação repentina, deixando os especialistas sem uma explicação clara para a misteriosa cura.

Desde então, a história de Edward Austrian passou a ser frequentemente citada em estudos envolvendo crianças que afirmam se lembrar de vidas passadas. Pesquisadores que investigam esse tipo de caso documentaram relatos semelhantes ao redor do mundo: crianças muito pequenas descrevendo acontecimentos históricos, lugares ou ferimentos fatais com precisão impressionante. Em alguns casos, esses relatos vêm acompanhados de dores físicas ou marcas corporais localizadas exatamente onde as supostas feridas teriam ocorrido.

Os defensores da hipótese da reencarnação consideram o caso de Edward um dos exemplos mais impressionantes do que chamam de memória traumática persistente. Segundo essa teoria, o trauma de uma morte violenta poderia deixar uma marca psicológica capaz de reaparecer em outra vida. Já os céticos oferecem explicações mais convencionais, incluindo doenças psicossomáticas, imaginação extremamente desenvolvida ou influência inconsciente da família.

Apesar das inúmeras teorias em torno do caso, um fato permanece sem explicação: o desaparecimento inexplicável do cisto após o menino relatar repetidamente ter morrido como soldado nas trincheiras. Mais de cinquenta anos depois, a história de Edward Austrian continua sendo um dos casos mais perturbadores associados a supostas memórias de vidas passadas, fascinando pesquisadores, médicos e estudiosos do paranormal em todo o mundo.

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terça-feira, 12 de maio de 2026

Goldie Hawn relembra suposto encontro misterioso com extraterrestres

Goldie Hawn relembra suposto encontro misterioso com extraterrestres

A atriz de Hollywood Goldie Hawn revelou recentemente uma experiência tão intrigante quanto assustadora que, segundo ela, pode ter sido um contato com seres extraterrestres.

Durante sua participação no podcast Time To Walk, a vencedora do Oscar contou que o episódio aconteceu há muitos anos, após um ensaio geral para uma apresentação de dança. Cansada, Hawn adormeceu no carro de um amigo quando foi despertada por um “som agudo”.

Assustada, ela olhou pela janela — e afirma ter visto algo que jamais esqueceu.

“Eu vi duas ou três cabeças em formato triangular”, relembrou Goldie Hawn. “Eram prateadas, com uma boca em forma de fenda, um nariz bem pequeno e sem orelhas.”

Segundo a atriz, as misteriosas figuras pareciam observá-la atentamente.

“Elas apontavam para mim dentro do carro, como se estivessem discutindo sobre mim, como se eu fosse um objeto de estudo”, contou, acrescentando que as criaturas emitiam um som contínuo durante toda a experiência.

Hawn admitiu que não sabe dizer se aquilo era real ou fruto da imaginação. Ainda assim, ela afirma se lembrar perfeitamente da sensação intensa que sentiu logo depois.

“Foi como sair de um campo de força”, explicou. “E então voltei para perto das crianças dizendo: ‘Meu Deus, acho que fiz contato com o espaço sideral.’”

Nos anos seguintes, Goldie Hawn decidiu investigar melhor o ocorrido. Ela chegou a conversar com um astrofísico que a entrevistou sobre o episódio, ajudando-a a recuperar mais lembranças daquele dia incomum.

Apesar da natureza extraordinária do relato, a atriz diz que a experiência foi marcada por uma sensação extremamente positiva. Ela descreveu o momento como “a sensação mais benevolente e amorosa” que já viveu, afirmando que se sentiu “cheia de luz”.

Hoje, Hawn reconhece que talvez nunca descubra exatamente o que aconteceu. Ainda assim, parece confortável em deixar o mistério sem resposta.

“Provavelmente nunca vou saber”, admitiu no podcast. “Mas, de certa forma, eu gosto que continue sendo um mistério.”

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